Arquivos Mensais: Maio 2008

Para responder a algumas palavras pelas quais algumas pessoas vão chegando a este site, resolvi criar um post com links onde se podem encontrar filme grátis de sexo. Tinha uma lista bem mais extensa, mas esta por agora chega:
YouPorn
Yuvutu
XTube Videos
RedTube
PornoTube
Megarotic
Sexo na Banheira
Arte Corporal
Youtube (sim, também existem lá vídeos desses, têm é que se ‘apanhar’ a tempo)

E é isto. O melhor ainda é escolhermos por nós próprios em Online Video Guide , secção de ‘adultos’ claro. Estão lá alguns destes que listei e muitos mais, que só agora é que estou a conhecer também.

Uma forma igualmente boa de ter filmes grátis de sexo, é instalar o BitTorrent (ou outro cliente do mesmo género) e procurar os tais filmes em YouTorrent (está uma porcaria) ou Toorgle .

ainda se pode instalar o eMule (ou o Koiso, ou outro cliente que permita acesso à rede ED2K), e procurar por filmes grátis de sexo ou “filmes de sexo”, já que grátis é tudo o que está em partilha nessa rede (:P). Só não aconselho o emule porque está povoado de publicidade :\

Conclusão, o que está na moda é derivação de nomes a partir de Youtube. Acho que a moda do Google já passou :P

E viva os filmes grátis de sexo! aqui o dr.Kosmos também os gosta de ver 8D


Acho que para muita gente o que divide o 1º mundo do 3º, é que no 1º mundo as pessoas vestem fato e gravata e no 3º não.

Por isso, para essa gente, é tudo uma questão de roupa. Afinal, bastava que lá na Etiópia vestissem o traje de ‘executivo’ para resolver os problemas de fome e pobreza.

:P


já há uns bons tempos que reparei que quem abraça e vive esse conceito de família ou quem por acaso gosta de facto de se relacionar com essas figuras do pai, mãe, irmãos, primos, tios e avós (e mais uns tantos que não sei a designação), têm uma tendência a brincar com tudo o que são relações fora desse circulo. Ou seja, existe a ideia de que, aquilo cuja designação é somente a de amigo, e ’somente’ no sentido de não existir qualquer grau de parentesco (acho que é isso que se chama a alguém ligado à família), não é séria e deve ser levada como uma brincadeira, sem empenho e responsabilidade.

Por acaso, não gosto de empregar isso do empenho e da responsabilidade a tudo onde se possa aplicar esse conceito de amizade, porque acho a amizade qualquer coisa de natural, que é naturalmente forte e coesa. E não exige nenhum esforço extra, com é o empenho e a responsabilidade.

O empenho e a responsabilidade, são outra forma (e uma forma bem infeliz) de dizer que as amizades são criadas por nós e de forma mútua. Se não acredito que a amizade é algo de substancial, de criativo nem sustentável, nunca me vou pré-dispor a ser amigo de ninguém nem a gostar de ninguém com sinceridade. Vai-se saltando de sitio em sitio, de contexto em contexto, com inevitável superficialidade e, muitas vezes quando se chega a uma certa idade, vai-se à procura de alguém para incluir na família ou para ‘formar’ família.

Penso até que a génese desse descrédito do que é somente amizade, vêm de uma inaptidão para aceitar o que é diferente, o que está fora de nós e do nosso universo intelectual. E então é fácil criar um circulo e fecharmo-nos dentro dele e das suas regras, deveres e obrigações, consequentemente aumentando a ausência de empenho nessa coisa do ser-se amigo.
Por isso a família vai, muitas vezes, pervertendo o que deveria estar na sua base. A tal ponto que essas duas palavras, empenho e responsabilidade já se confundem com as próprias relações em si, e nos vamos esquecendo da felicidade por exemplo.

Como é natural, não tenho simpatia nenhuma pela família nem pelas suas figuras, e não é só pelo que mencionei em cima.
Penso que a família é uma materialização da coação psicológica, que é constantemente empregue devido à confusão entre duas coisas completamente diferentes. Uma é composta por aquilo que é a dependência económica e a nossa evolução enquanto mamíferos (o que requer cuidados particulares e um tempo de aprendizagem e protecção), e a outra é composta pela felicidade e amor (que raio de palavra mais ‘mariconça’). Normalmente, na chegada de uma vida ao nosso mundo, acha-se por si só, que a vontade da figura dos pais quererem ter um filho, obriga o filho a ser amigo deles. Coisa que vai aumentando com o cumprimento desses cuidados biológicos dos sr. mamíferos que somos, e ainda os sociais (como a educação). E só por aqui, é possível verificar o tom autoritário que é imposto ao conceito de amizade.
Posteriormente com a evolução das necessidades da educação que temos (que são bem longas) e do materialismo normal em algumas idades, associa-se o dinheiro ao gostar-se de alguém, ao ‘amar’ alguém e gera-se algo que vou chamar de divida emocional. Divida emocional porque, se espera que alguém que surgiu num projecto dos pais e da sociedade, goste automaticamente daquelas pessoas (e da sociedade também).

É pena não existir uma poder critico maior em toda esta gente, para que não confundissem o que são necessidades económicas e biológicas com a amizade, felicidade, criatividade e tudo o que é saudável. E é interessante o facto de ser-se impossível falar de amizade sem referir a família, já que é aqui que infelizmente (a meu ver) as interacções interpessoais começam, e onde são moldadas até uma certa idade (as vezes é para a vida toda também).

E para passar da família para a pessoa, se olharmos para isto tudo assim ‘por alto’, dá a ideia que se vai mimificando o que nos foram habituando, da mesma forma de quando tínhamos 5 ou 6 anos, isto é, sem reflectir no que se está a fazer. Mantendo as confusões todas e denegrindo o que é amizade.

Uma outra forma de ver isto, e dado os valores associados à família serem incutidos durante muito tempo e existirem desde sempre, é interpretar a razão pela qual estas pessoas as quais me refiro aqui agirem assim face às ‘amizades comuns’, como o facto de gostarem ou pensarem que o conjunto e escala de valores que a família propõe, é o melhor para eles. Embora ao dizer isto me sinta brando demais, já que este tipo de compreensão não é reciproca.

Enfim, penso que expliquei porque é que umas pessoas tratam outras como objectos (e sem pagar ainda por cima! :D) e o vazio que se sente só de interagir brevemente (ou não) com essas pessoas.

E prontos, sem perceber bem o lucro que estas pessoas têm com isto, despeço-me com felicidade ;)

WD Elements 500GB

Ontém comprei um Western Digital Elements de 500gb, para fazer o backup de tudo o que tenho nos discos actuais e cd/dvds todos. Ainda pensei que tivesse de formatar o disco, e secalhar devia, mas tudo correu ok, já que diz na embalagem que funciona bem com Windows e OS X e estava reticente do que podia esperar no Linux. Penso que vem formatado em gordo 32 (:P vfat no linux), secalhar pode ser limitativo para alguns ficheiros, mas nem me dei ao trabalho de formatar porque assim pelo menos funciona em linux e windows. Quanto à velocidade, é lenta claro, está limitada à velocidade do USB, ainda mais no meu pc com USB 1.0 (sim, já é antigo, têm exactamente 8 anos e não o tênciono trocar). Para usar um disco externo a sério, aconcelho um com ligações de rede, como alguns da Lacie. Embora este disco e mesmo com uma ligação lenta como a minha é perfeitamente capaz de ler videos sem interrupções, é lento é a gravar coisas.
Quando acabar o backup, é instalar o Gentoo + KDE ou Fluxbox (ou ambos :P) e ver se é mais adequado para o meu sistema.


Na ausência de alguma coisa que tenha interesse para mim, passo a listar as coisas que andam por ai e que não me interessam nada:

1) a tríade das intrigas da política, futebol e anúncios de cerveja: para mim é tudo a mesma coisa, tem a mesma ideologia como base e debruçam-se sobre tudo o que pouco importa, que parece definir este tipo de intrigas. Espera aí! pouco importa, a não ser que o importante seja tentar ser-se actor social do senso-comum; tentar ter uma boa vida nocturna nas ‘danceterias’ e discotecas (e noutros sitios onde não se fala muito); tentar socializar-se com pessoas com idades até 17/18 anos (embora muitas vezes, esta vá até mais longe); tentar ser-se amigo de pessoas com idades superiores a 50 anos; tentar arranjar boa conversa na tasca ou lá na ‘churrascada’ com a família x ou y.
Isto faz de mim arrogante ? é possível e pouco me importa, é confortável achar arrogante quem não gosta do que gostamos. O que faz com que sejamos todos grandes arrogantes.

2) Sobre a peregrinação a fátima (já não é tão actual): porque acho uma apologia à idiotice de todas as formas e sentidos. O que é mau, porque até é um local simpático (se excluirmos grande parte de quem vai ou mora lá).

3) Bom.. e nisto já me esqueci de qualquer outro assunto que ‘ande por aí’. Penso que isto resume o que anda por aí.

ah! 4) sobre os donos de grandes empresas e respectivas intrigas: porque é uma mitificação de algo tão banal como dizer ‘olá, boa tarde!’ e está a denegrir o que a publicidade poderia ser. Porque caso ainda ninguém tenha reparado (e é notório que pouca gente repara nisto), os meios de comunicação social são espaços publicitários para esses e outros assuntos que não exigem efeitos especiais, emissão de sensações e narrativas mais elucidativas. E fica barato (mais concretamente, a 0€).

Outra coisa que não me interessa e também não percebo, é a vontade das pessoas cantarem. Por que raio é que de tempos em tempos surge um programa que quer lucrar com a palhaçada que as outras pessoas fazem a tentar cantar ? E porque raio é que lá participa tanta gente ? Será que não percebem que vão ser ridicularizadas ? e que só um palhaço no meio da metade de portugal que lá participa, é que ganhará um prémio/promessa falsa qualquer?

O pior é que estes assuntos não se propagam só pelos ‘meios de comunicação social’, vai-se a qualquer lado e fala-se do mesmo. Porque afinal de contas não se pode ser diferente dos outros. Diferente é ‘mau’, à que estar é na mesma ‘onda’ do ‘povo português’, da aldeia (com exepção de Lisboa e Porto, mas só ‘mais ou menos’) Portugal, coisa que vou descubrindo (e ainda incrédulo) à medida que vou interagindo com os vários contextos deste país.

entretando, se me lembrar de mais coisas, vou adicionando :P


Fiquei muito contente quando soube que os episódios do southpark iam passar livremente em www.southparkstudios.com e ainda fico cada vez que por lá passo para ver as novidades da 12ª série :P Hoje contudo, não consegui deixar de pensar se isto vai durar por muito mais tempo, é que o espaço para publicidade que existe em determinados momentos no decorrer do episódio, é ocupado sempre com anúncios a produtos do próprio southpark. Será que é espaço que não atrai a outros anunciantes ? Existia um episódio com um anúncio ao toyota prius que nunca mais apareceu. Se continuar assim é possível que a ideia que faz com que isto seja possível não apresente vantagens e vá tudo por água abaixo. Na expectativa que este dia nunca chegue, prefiro acreditar que está tudo a correr bem e a ter um enorme sucesso!!