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Ora, ‘atão’ aqui vai uma ‘composição’ sobre o que achei de vários filmes que tenho visto ultimamente.

1. No Country for Old Men.

Achei bom. Ultimamente já pouco me interessam os realizadores (tirando uma ou outra excepção), os argumentistas, directores de fotografia e muito menos os actores e actrizes. O que importa é que o filme me consiga cativar e suscitar o meu interesse. Este filme, nem o era para ver, mas um dia cheguei a casa e resolvi abrir o ficheiro só para ter uma ideia de como era, ainda andei com a barra de navegação para frente até que fui dar à cena onde o menino mau lá do filme manda parar um senhor e procede à sua ‘eutanasiação’ com uma arma qualquer que tinha como base uma botija de ar comprimido (?). A expressão do homem e a tensão da cena convidaram-me a ver o resto do filme com mais calma, sem andar para a frente com a barra do Movie Player.


Pareceu-me um filme que vai relatando alguns factos da vida sob algumas personagens e sob os seus diferentes contextos. É um filme que é feito de dois filmes que reflectem ritmos, valores e um ser-se no mundo completamente diferente. Embora a nível temporal até se encontrem perto, basta pensar que um dos filmes retrata os nossos pais por exemplo e o outro nos retrata a nós (e nós, refere-se a alguém com 27 anos, filho desses pais, que devem ter à volta de 58 anos :P). Esta é a diferença de idade de ambos os filmes que o NCFOM passa.Sobre a história não vou falar nada, para isso vê-se o filme :P Achei curioso que por omissão, se faz muitas alusões a séries como o CSI por exemplo, e que nunca figuram por lá, embora locais de crime não faltem. E isso é interessante para a narrativa do filme.
Achei ainda interessante o paralelismo do filme antigo que passa no NCFOM e um outro filme que vi poucos dias depois, o Vanishing Point. Que se passa no mesmo tempo desse filme antigo, mais precisamente em 1971.

2. Vanishing Point

Já algum tempo andava com alguma curiosidade de ver este filme, devido a coisas como estas: http://www.youtube.com/watch?v=xS7ZNrWUGNQ , http://www.youtube.com/watch?v=Bz3Ow3Fa5SI ou http://www.youtube.com/watch?v=zs3UyHCSyNg. Sob as quais me tenho vindo a interessar bastante, mas só à uns tempos é que cheguei ao titulo do filme e lá o ‘descarreguei’. Não conheço nenhum filme como este, passa-se tudo dentro ou sobre o carro. Parece até um anúncio de uma hora e tal da Dodge, com uma personagem incrivelmente estereotipada, penso que hoje só mesmo em séries infatis é que se encontram personagens assim. Mas que mesmo assim convida a ver. De facto existem duas personagens, o sr. personagem principal e o carro onde anda, um Dodge Challenger R/T de 1970 (a Dodge, já agora, comercializa alguns modelos em Portugal, o que diminui essa alienação face a marcas ‘amaricanas’ e que abundam na maioria dos filmes que se vêm em Portugal, embora essa fase dos antigos carros musculados não tenha passado por aqui.. penso eu.)


É ainda um filme que passa por uma série de outros filmes que vi (vai-me lembrando deles), embora de uma outra perspectiva, menos sexual, mas que vai transparecendo o mesmo aspecto positivo de esses outros filmes que vou encontrando. E acho que é de facto um filme muito positivo e que apela de uma forma muito simples e acima de tudo, muito resumida, à liberdade com comparações também um tanto ou quanto exageradas. No entanto, gostei de o ver, pela mensagens que transmite e por essa forma como o faz, que me faz pensar na simplicidade das coisas à uns bons anos atrás (aparente nas pessoas desse tempo, que eu conheça pelo menos) na clareza nos objectivos e ideias de cada um, nos obstáculos simples e óbvios que haviam, no crescimento de algumas tecnologias que agora são comuns, ‘etc., etc.’ (:P). Mas também me cativa pela fotografia, pelos locais onde é filmado, pelo carro em si, e por uma atitude que esse tipo de carro transpira, cuja descrição já não vai ao encontro desta ‘composição’ sobre os filmes que vi. No entanto ha dias vi um filmezito no Youtube que dá para ouvir o barulho que fazem as portas a fechar (do mesmo modelo que figura no filme e tudo):http://www.youtube.com/watch?v=WB7ltgcJECYnada subtil e abafado como o dos carros actuais :P é mais mais honesto talvez.
Fico ainda por falar em dois filmes da treta da senhora Catherine Breillat, o Brief Crossing e Anatomy of Hell (são ambos uma porcaria :P), bem como outro que aqui tenho chamado ‘Guardami’.. os quais, já que não têm muito a dizer, vão servir de ponto de partida para fazer outra composição sobre a abordagem ao sexo nos filmes.

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