Skip navigation

Tenho visto alguns blogs e fóruns onde uma pergunta comum é “qual a bicicleta escolher ?”. Não sou a pessoa mais indicada para responder a essa pergunta (e daí nunca responder a essas pessoas), porque acho mais natural que se monte uma ‘a lá carte’. Mesmo assim não resisto a colocar aqui as minhas sugestões para quem quer andar de bicicleta mas não sabe bem que raio de bicicleta é que lhe serve.
Não estou aqui a olhar a relações de preço/qualidade, mas uma das sugestões desde já, é que se é a primeira bicicleta, não vale a pena gastar grande quantia. Penso que para saber se gostamos ou não de pedalar, uma bicicleta de 100€ de uma grande superfície comercial é o suficiente. Se gostarmos mesmo, então aí sim, as restantes sugestões que vou aqui expor já podem ser úteis, muito embora não aconselhe ninguém a gastar mais de 1200€ (e é muito), e muito menos a pedir créditos/endividar-se por qualquer tipo de bicicleta, a não ser que já goste mesmo de andar e tenha uma noção muito clara do que precisa.

Um dos maiores disparates que se vê por todo o lado, é a quantidade enorme de bicicletas “todo o terreno” que existem. Porque nem toda a gente as usa em trilhos, e fora destes, embora as BTT funcionem bem, existem bicicletas bem mais eficazes. Um outro disparate é chamar ‘bicicleta de montanha’ a uma bicicleta todo o terreno, já que qualquer bicicleta de estrada ‘trepa’ qualquer montanha muito bem, desde que seja sobre asfalto. E muitas outras, trepam até em todo-o-terreno desde que este seja rolante, como é o caso daquelas bicicletas de estrada com algumas coisas de TT, que se denominam de Ciclo Cross (que é, em primeiro lugar, uma modalidade).

Vejo muita gente (eu inclusive), a andar em ciclovias. As que existem perto de Leiria (Praia da Vieira até Nazaré) são boas, com excepção do troço que passa em S.Pedro (pela quantidade imensa de gente que por lá anda a algumas horas do dia, e da sua infeliz falta de civismo), mas muitas não dão para andar a sério, quer pela sua dimensão ou pela quantidade de pessoas que por lá andam.
Andar em estadas, cidades e ciclovias, requer um esforço diferente de andar no meio do trilho (pelo menos uma boa parte deles), já que este último é arrítmico, a resistência é exigida numa sucessão de explosões de força e de movimentos técnicos. Andar em estrada, é muito sobre ritmo de pedalada – a cadência – e da resistência ao mesmo. Não se fica sujo, não se desgastam as peças da bicicleta ao mesmo ritmo de uma BTT, não requer tantas afinações e é, quanto a mim, mais eficaz para perder peso. É igualmente um vicio, já que se começa a ficar obsessivo com relações de distância e tempo para as percorrer, e é natural que se aumente progressivamente a cadência, força e resistência. Como é natural é na estrada que se sentem velocidades altas, se bem que quem pratica Down Hill também as sentirá, mas de forma diferente.
Por outro lado, quando se anda em estrada/cidades, não existe a natureza, não existem saltos, nem a constante alteração de ritmos e outras emoções derivadas ao terreno no BTT.

O andar de bicicleta têm uma relação estreita com a própria bicicleta, mas penso que antes de se olhar para a máquina é bom ter uma noção do que nos dá mais prazer a fazer. Porque andar no meio de trilhos, silvas, pedras, raízes e barro é coisa que não agrada a muita gente. O que é bom para os outros, pode não ser para nós. E a bicicleta não anda sozinha.

Bom, mas em qualquer caso, se andar entre ciclovias, cidades ou outras estradas (asfalto) é o que querem, algumas sugestões são:

> a Cannondale Bad Boy Ultra

Cannondale Bad Boy
Cannondale Bad Boy Ultra

Aspectos positivos:
– Primeiro a geometria do quadro, que pelo menos para o meu corpo, me permite dispor bem o peso e de igual forma, proporciona mais tracção. Não é uma geometria relaxada, o que é excelente para subir, mas pouco confortável para quem quer andar lento.
– O quadro tem uma tubagem que me agrada particularmente, já que dá a ideia (não sei se é ou não verdade) de ser rígida e construída para ser eficaz onde é preciso com simplicidade e sem excessos (= peso extra). O slooping acentuado (a inclinação do tubo que vai da direcção ao tubo do selim), é boa para manter o centro de gravidade da bicicleta mais baixo e permitir mais manuseabilidade, que também trás a vantagem de ser um pouco mais confortável para montar e desmontar, especialmente para as ‘gajas’.
– O guiador horizontal é bom para andar em cidades e distâncias médias e curtas, porque permite manter uma posição mais vertical do tronco, e os manípulos dos desviadores (que servem para pôr e tirar mudanças) bem como os travões, estão literalmente, sempre à mão. Embora para longas distâncias – que não é a ideia por detrás da bicicleta – seja desconfortável. Mas para isso existem as bicicletas de estrada com os seus guiadores característicos.
– Rodas de 28″, que são de estrada (as de BTT têm 26″). E embora não conheça bem as rodas que esta bicicleta têm, o que é certo é que é possível colocar lá umas leves, que rolam rápido. Bem mais rápido do que qualquer uma de BTT rolará. Devido ao diâmetro, que cobre mais cm por pedalada do que uma roda de BTT (26″), à leveza que é importantíssimo para que rolem facilmente, e pela dimensão do pneu que acomoda – que ao ser mais estreito e mais leve, causa menos atrito, rolando mais facilmente. Ou seja, dada a mesma energia na pedalada, é possível andar mais rápido com esta combinação de roda/pneu do que com umas de BTT.
– Relação da transmissão, que é adequada para a cidade e mesmo para a ciclovia. Embora nesta última, talvez se esgotem facilmente. E isto é relevante. A relação que a transmissão têm é a relação entre os ‘dentes’ daqueles pratos que estão perto dos pedais e os ‘dentes’ dos pratos que estão ao pé da roda de trás. Fundamentar isto com factos, está fora dos objectivos deste post, porque é algo que ia maçar toda a gente e que mais tarde ou mais cedo vão acabar por descobrir. Por agora, a Cannondale Bad Boy têm uma relação boa, porque os dentinhos dos pratos da frente têm, de fora para dentro, 48/36/26 dentes (e esta é mesmo a contagem exacta.), e atrás têm nove pratos (3 da frente a multiplicar por estes 9 pratos, faz as tais 27 mudanças possíveis) cujos extremos são de 11 e 32 dentes. O que normalmente proporciona intervalos suaves entre as várias mudanças (sem grande discrepância entre os dentes de cada prato). Provavelmente para a ciclovia, para quem já anda a algum tempo, ter dois pratos à frente com 53/39, é mais adequado, mas lá está, a Bad Boy é veiculo mais direccionada para quem anda rápido na cidade e estradas/vias circundantes.
– O peso da bicicleta, deve ser modesto, mas isto é ver na loja mesmo. Bicicletas pesadas são terríveis para subir e não aconselho a ninguém (incluindo esta Bad Boy, caso seja pesada).
– A suspensão Bad Boy é algo que me agrada imenso, embora nem ache necessário suspensão para andar nos locais onde esta bicicleta está pensada para andar. Mas a Super Fatty Ultra é simples, eficaz, tem um botãozito logo no extremo, perto do guiador, para se bloquear. E quando está desbloqueada, proporciona conforto extra. À frente pelo menos… :P
– Desviador de trás Sram X7 e da frente Shimano Deore, é uma boa escolha e são bons. Alias, não aconselho nada menos que estes dois em qualquer bicicleta deste tipo (se for Sram, é o X7 para cima, e se for Shimano, é Deore para cima – e isto é para tudo, desde o pedaleiro às mudanças). E este conselho deve-se à relação de peso/preço/qualidade, ao seu bom peso, ao facto de funcionam bem e suavemente, de serem fáceis de montar e desmontar, fáceis de afinar e durarem bastante. Pelo menos, nunca tive de trocar nenhum por se partir, nem de os afinar após quedas. Embora nada escape a isto, seja caro ou barato.

Aspectos negativos:
– Não existe uma geometria especifica de mulher. E acho isto inadmissível hoje em dia, já que o peso e fisionomia é diferente dos homem.
– Acho travões de disco uma absurdo para estas bicicletas, já que os V-Brakes chegam e sobram, e são bem mais leves e baratos do que os Avid Ball Bearing 5 que vêm equipados na Bad Boy Ultra, e mais leves e baratos que qualquer travão de disco (proporcionalmente pelo menos).
– A Cannondale parece já não ter disponível no site uma versão com a transmissão interna Rohloff. É estranho e é uma pena, mas sobre isto de transmissões falo num outro post.
– O quadro é bom, mas preferia que fosse de aço, já que o alumínio é material ranhoca (= pouco confortável) para andar em todo o lado com a excepção de uma boa estrada (que é coisa difícil em Portugal).
– O pedaleiro transporta consigo relações adequadas, mas não sou grande adepto de rolamentos internos (por serem mais ‘chatitos’ de se instalar e desinstalar), e aconselhava a mudarem para Shimano SLX ou Truvativ FireX.
– As rodas são um enigma, não se sabe o peso nem detalhes das mesmas. Em qualquer dos casos, umas Mavic Ksyrium SL resolviam o problema.

> a Surly Cross Check

Surly CrossCheck
Surly Cross Check

Aspectos positivos:
– Quadro de aço! com uma geometria que trás consigo as mesmas vantagens da Cannondale Bad Boy, embora a ausência de slooping – já que é um quadro com geometria clássica – tenha algumas desvantagens que também são importantes para perceber que a ideia aqui já não é a mesma que a Cannondale Bad Boy. Esta, está mais virada para a estrada e grandes ciclovias, e embora esteja em casa na cidade, o que têm em mente são viagens grandes e, caso se pretenda, fora do asfalto, bastando para isso mudar os pneus.
– A geometria e o material não é o único indicativo de que é uma bicicleta para viagens longas, ou qualquer tipo de viagem, de forma eficaz e confortável. A transmissão com pratos de 12-25 atrás e 48/36 à frente, sugere que foi pensada para andar fora da estrada em superfícies relativamente rolantes. Mas lá está, uma bicicleta comprada na sua totalidade tem sempre muitos “mas”, e este pedaleiro com 48/36 dentes não é adequado a longas viagens sobre asfalto. Para isso existe o 53/39. Embora o 48/36 seja perfeitamente adequado a quem não está ainda muito habituado a pedalar durante muito tempo. Especialmente com os pratos de 12-25 atrás.
– O quadro e garfo em aço, mais sendo da Surly, são sinónimos de conforto. Digo eu que tenho um garfo deles :P
– O guiador de estrada permite colocar as mãos (e o tronco) em 4 posições. Indispensável para longas distâncias.
– Rodas de 28″. Decisivas para este tipo de bicicletas.

Aspectos negativos:
– Não existem em geometria de senhora.
– Os manípulos dos desviadores e travões estão numa posição completamente inadequada para andar em locais como cidades. Os desviadores, que na foto estão no extremo de baixo dos guiadores, deviam estar atrás dos travões, que na foto, estão na parte da frente do guiador.
– Os desviadores são Shimano Tiagra. Aconselho no mínimo Shimano 105, pelos mesmos motivos que aconselhei a gama X7 da Sram e Shimano Deore na Cannondale Bad Boy. Os Sram’s X’s e Shimanos Acera/Alivio e Deores são para BTTs e bicicletas de ‘cidade’. Para estrada existem outras gamas. Na Shimano só vale a pena (para o valor que referi acima) da 105 para cima, na Campagnolo (a única marca aqui que só produz para ciclismo de estrada), a partir do Centaur, e Sram a partir da Rival (também não existem muitas gamas na Sram para escolher :D). Digo isto do ponto de vista de quem anda a escolher uma bicicleta de estrada e respectivos componentes, e pela experiência que tenho com as marcas em BTT. Que fique bem claro que nunca usei nenhum componente de estrada.
– Os restantes componentes não são grande “pistola”, e as rodas seriam para mudar tal como na Bad Boy. A cassete também, e o mesmo para a corrente. Por isso também ficam já a saber que quando falo em bicicletas boas, estou-me a referir essencialmente a quadros bons. Os componentes olho para eles à parte, embora sejam igualmente importantes.

Para mim é um quadro a ter em conta (já ando de olho nele há uns tempos) e a Surly é essencialmente sobre quadros e componentes, com alguma idiossincrasia. E de facto tem de se mudar uma maior numero de componentes do que nas restante bicicletas.

> a Trek 7.5 FX

Trek 7.5 FX
Trek 7.5 FX WSD

Aspectos positivos ?
– Geometria com as mesmas características das bicicletas anteriores. Com a vantagem de existirem modelos específicos para ‘nino’ e ‘nina’. Coisa que me faz recomenda-la para as ‘ninas’. E mantém um slooping acentuado como a Cannondale Bad Boy com todas as suas vantagens.
– Um garfo rígido á frente, de carbono. Falam bem deste tipo de garfos e acredito que sejam tão bons como os meus Surly 1×1, quer em durabilidade como conforto. Mas nunca usei nenhum, por isso deixo isto em aberto.
– Pneus adequados na medida 700x32c (mais confortável). Se são rolantes ou não, não sei.
– Equipamento razoável em toda a bicicleta, com as gamas Shimano LX (que actualmente vai ser substituída pela SLX) e Shimano Deore. Embora com as rodas, fique sempre de pé atrás.
– Transmissão adequada ao uso que se propõe, que é um uso em tudo idêntico a Cannondale Bad Boy. Embora a cassete (o tipo de encaixe onde estão reunidos os pratos dentados de trás) com 26-11 possa ser exigente para pernas menos treinadas. Mas será suave nas transições, mais que uma 32-11.
– Guiador horizontal, que tem as mesmas vantagens que foram descritas na Cannondale Bad Boy.
– Rodas de 28″, pelas razões já descritas.

Aspectos negativos ?
– Alumínio! este quadro era algo que não tinha dúvida nenhuma em recomendar a 100% se fosse de aço. Porque é confortável, é resistente e dura.
– Cassete Sram PG950 provavelmente não é grande aposta a nível de peso, e uma Shimano Deore ou Deore XT era mais adequada (mas não sei se existem nas mesmas relações..).
– Rodas, não devem ser grande coisa de certeza (nem vêm listadas no site da Bontrager), mas isso pode-se mudar. Existem boas rodas quer da Shimano, como da Mavic, DT Swiss, American Classic, Campagnolo, Easton, FSA, Spinergy, Zipp, etc, etc. Eu gosto das Reynolds Solitude 28″, especialmente do preço :P

E é só. Por agora :P
Em qualquer das bicicletas, trocar o pedaleiro para um com pratos de 53/39 para andar mais rápido, e colocar uns pneus com a medida 700x23c para ir a voar. Para andar em trilhos relação 48/36 e pneus de trilho 700x32c (que são mais largos e confortáveis). Mas essas relações de transmissão e pneus é coisa ao gosto de cada um (como tudo o resto nas bicicletas). O selim é coisa que de certeza toda a gente acaba por mudar, seja que marca for e que preço tenha :P (eu gosto dos WTB :D e os da Selle Royal também são bonzitos. Já tive dois da Selle Italia, o Max Flyte Trans Am e o ProLink e não gostei nada.)
Em qualquer das bicicletas, é experimentar primeiro e ver se nos sentimos bem em cima dela e olhar com _muita_ atenção à geometria! Ver os defeitos da bicicleta anterior e optar por uma melhor. Sites com medições são o que não falta. E na www.bikemagazine.pt e www.competitivecyclist.com têm boas indicações e medições para vos ajudar. Mas a melhor ajuda é a experiência que cada um têm e os problemas que vai sentindo.

Uma outra bicicleta (quadro) que me agrada é a DeRosa Neo Primato, mas é semelhante à Surly que aqui analisei, embora o quadro pese menos 400g. Por isso é algo a ponderar (para mim é, que estou de olho nesses quadros ;P) e fica aqui a sugestão para quem não têm problemas em montar bicicletas.

Isto também veio desmascarar o facto de me inclinar sempre para o que anda mais rápido.
E para quem gostar de andar mesmo na cidade, sem grandes pressas, como transporte para o trabalho ou compras, num raio de 4/5km ?
..Isso é no próximo episódio.

5 Comments

    • Ana Conchinha
    • Posted Fevereiro 6, 2009 at 12:12 am
    • Permalink

    Boa noite.

    Achei interessante o seu texto (embora nos termos técnicos tenha ficado completamente à nora). Gostaria de saber se me podia aconselhar quanto a bicicletas eléctricas.

    Penso que seria o ideal para mim, uma vez que quero deslocar-me na cidade de Lisboa e qualquer subida para mim (por menos inclinada que seja) é um martírio. Agradecia que me esclarecesse, se tiver conhecimentos para isso. De preferência para o meu e-mail.

    Obrigada :)

    • drkosmos
    • Posted Fevereiro 7, 2009 at 12:51 am
    • Permalink

    Olá Ana!
    Infelizmente, não tenho qualquer tipo de conhecimento sobre bicicletas eléctricas. De facto, só me lembro de um modelo da Órbita (www.orbita-bicicletas.pt). O mais indicado, é consultar o Forum BTT em http://www.forumbtt.net. Aí, decerto, alguém a ajudará :)

    • Ana Conchinha
    • Posted Fevereiro 7, 2009 at 10:41 pm
    • Permalink

    Ok. Obrigada pela sugestão :)

    • Miguel Salgado
    • Posted Fevereiro 12, 2010 at 6:36 pm
    • Permalink

    Quanto à Cannondale Badboy, seria despropositado colocar-lhe umas Mavic Ksyrium. O propósito desta bicicleta (que na realidade é uma pura btt com relações de transmissão mais pesadas na pedaleira e rodas maiores) é que ela seja uma híbrida entre uma btt e uma bicicleta de cidade. Os travões de disco estão la para que ela mantenha a sua capacidade de travagem em tempo molhado e para que (caso o dono assim deseje) seja fácil montar-lhe umas rodas mais pequenas para praticar btt com ela. Já experimentou pesar as rodas? A Cannondale é conhecida por ter bicicletas leves, mas não quadros leves. O baixo peso final é resultado da integração de componentes leves da marca (um bom exemplo disso são as suspensões Fatty) e uma escolha cuidada de componentes periféricos. Também sou um apreciador de jogos de rodas completas da Mavic com pouquíssimos raios, no entanto os actuais jogos de rodas mais leves mantêm os tradicionais 32 raios (ZTR, Bontrager…) Há alguns anos a Badboy até era comercializada com dois pares de rodas (montanha e estrada) e com um saco de transporte para as rodas extra. Querendo mesmo trocar de rodas, existe um jogo da Mavic, específico para estrada e para ser montado com discos em quadros de bicicleta de montanha: o caso da Badboy.
    Quanto aos quadros de aço, também sou um fã do seu conforto. No entanto há que ter em conta que as bicicletas de cidade ficam frequentemente paradas ao ar-livre algumas horas, pelo que o desconforto do alumínio é compensado pela sua melhor resistência à corrosão. E qual o problema das btt na ciclovia ou na cidade? Tal como disse, a falta de civismo dos transeuntes obriga-nos a um constante pára-arranca (e nas acelerações somos beneficicados pelas rodas mais pequenas), a generalidade dos pisos são maus (nada melhor que umas suspensões e uns pneus 1.9 ou mais largos para nos darem conforto), a grande necessidade de atenção ao trânsito automóvel e peões é também facilitada pela posição de condução mais direita e as relações de transmissão leves dão uma ajuda a vencer os declives grandes que se encontram, pelo menos nas três principais cidades (Porto, Coimbra e Lisboa). Para cidade, completamente contra o que aconselha, eu recomendaria precisamente os grupos da shimano abaixo do Deore, 105, ou X7 (o X7 equivale a um SLX, por isso digo abaixo mesmo do SX-5),, porque o seu funcionamento é ainda assim bastante satisfatório e porque não são tão chamativos para os amigos do alheio.

  1. Simply want to say your article is as astounding.
    The clarity in your submit is simply excellent and that i could suppose
    you’re an expert in this subject. Fine along with your permission let me to seize your RSS feed
    to keep updated with impending post. Thanks
    a million and please carry on the enjoyable work.


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: